Peddy Paper Desportivo

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A Associação Salvador, em parceria com a Fundação Inatel, organizou um Peddy Paper Desportivo, o qual teve lugar na tarde do dia 9 de Outubro no Parque de Jogos 1º de Maio /Inatel em Lisboa e que contou com a participação de cerca 60 pessoas com deficiência motora e seus acompanhantes. O Peddy Paper foi composto por um conjunto de etapas e provas que deram aos participantes a possibilidade de experimentar as diferentes modalidades desportivas disponíveis nesse dia no Parque de Jogos 1º de Maio.
Estiveram ainda presentes alguns desportistas de renome, tais como os pilotos Tiago Monteiro e Miguel Oliveira, os atletas olímpicos Gustavo Lima e Marco Fortes e ainda o ex- futebolista Dani, que participaram na prova deslocando-se em cadeira de rodas.
O evento terminou com um lanche patrocinado pela Go Natural.
Os participantes das equipas posicionadas nos dois primeiros lugares receberam vouchers oferta do Hotel Longevity Wellness Resort Monchique e dos hotéis Vila Galé.
Esta iniciativa contou com o apoio dos Mecenas da Associação Salvador BES, Semapa, Ren e Siemens.
Contou ainda com a colaboração de um conjunto de voluntários dos quais destacamos os monitores de algumas das modalidades como o Golfe Adaptado (a cargo do Professor Carlos Guerreiro da LisboaPhysio), o Ténis e o Boccia, assim como um grupo de voluntários da REN.

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Artigo da autoria da LisboaPhysio – Golfe Cem Segredos Nº3

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Segredo Nº 3: Material para iniciar

Na fase inicial de aprendizagem, a primeira coisa a comprar é uma luva, a utilizar na mão não dominante. Ela vai facilitar a aderência do taco e prevenir a não desejada tensão exagerada nas mãos, bem como flictenas.

Depois os principiantes deverão investir nuns sapatos de golfe confortáveis e munir-se dum meio set, o qual será completado quando o iniciado ultrapassar esta fase da sua progressão. Esta opção pelo meio set, tem como vantagem ser a mais económica e a mais fácil para o iniciado, pois reduz a escolha dos ferros em cada situação de jogo, tornando-o mais sensível às distâncias que os mesmos podem imprimir às bolas.

Uma combinação possível poderá ser a utilização dos cinco ferros, seguintes: 4, 6, 8, Pitching-wedge e Sand-wedge; ou/em alternativa, a combinação de ferros: 3, 5, 7, 9 e Sand-wedge. A qualquer destas combinações deverão juntar-lhes madeiras 3 e 5 e o Putter.

O iniciado poderá ainda optar pela aquisição de um set completo usado, no entanto deverá começar com uns ferros oversize com varetas de aço regular ou de grafite.

Na altura de dar os primeiros passos no campo, o principiante deverá munir-se dos chamados consumíveis de golfe: bolas (de preferência novas e baratas) e de um saco tees.

Nunca deverá esquecer de adquirir um marcador (para marcar a bola no green e limpá-la e/ou para que os parceiros possam jogar sem lhe tocar) e um pitch-marker (para reparar o green após a sua jogada para o green).

 http://www.drivingrangeweb.com/noticias_seccao_02_sel.asp?id=3

Artigo da autoria da LisboaPhysio – Golfe Cem Segredos Nº2

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Segredo Nº 2: Como começar?

O candidato que pretenda começar a jogar, deverá fazê-lo numa fase da vida em que tenha disponibilidade suficiente para o fazer, pois o golfe requer tempo e deve ser aprendido de forma regular, pelo menos 2 vezes por semana. Deve ser paciente de forma a ultrapassar os comuns fracassos iniciais, evitando a desistência com a desculpa da falta de jeito para o golfe.

Aconselhamos a participação numa aula de iniciação ou baptismo de golfe onde poderá verificar se gosta ou não da modalidade. Nesta primeira aula não se compra material, pois todo o material será fornecido pelo profissional de golfe, sendo apenas adequado vestir roupa confortável e sapatos rasos.

Posteriormente, deverá investir em lições individuais com um profissional de golfe que lhe ensine as bases para um correcto “swing”, permitindo-lhe assim educar bem o movimento, de modo a torná-lo o mais automático possível.

Embora possa tentar aprender sozinho de forma autodidacta, não aconselho ninguém a faze-lo, pois a evolução será lenta e difícil, levando na maioria das vezes à desistência na modalidade.

O processo de aprendizagem até começar a ir para o campo desenrola-se num driving range, pelo menos até perfazer regra geral, 5 a 10 aulas, dependendo da frequência das lições e treino, das aptidões naturais do iniciado e da idade.

Outro factor importante, para o bom êxito da aprendizagem é que o aluno treine no Driving Range e no putting green aquilo que vai aprendendo em cada lição.

http://www.drivingrangeweb.com/noticias_seccao_02_sel.asp?id=2

Artigo da autoria da LisboaPhysio – Golfe Cem Segredos Nº1

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Segredo Nº 1: As origens do golfe

As origens do golfe não estão totalmente definidas. Estas se definem consoante os historiadores e têm por base outros jogos praticados em várias épocas. A mais antiga origem remonta ao Império Romano em que o poeta Marcial falava num jogo denominado “Paganica”. Os Romanos durante o período dos Césares jogavam algo semelhante ao golfe golpeando uma bola cheia de penas com ferros que pareciam ramos de árvores.

Outros, falam do “Cambuca”, jogo praticado na Inglaterra, no século XIV, observando-se imagens deste jogo num dos vitrais da Catedral de Gloucester, onde aparece uma personagem com um taco na mão em posição de quem vai bater uma bola.

Séculos mais tarde apareceram na França e na Holanda jogos com tacos e bolas que devem ter feito a ligação entre o “Paganica” e o actual golfe.

Todos estes jogos tinham em comum com o golfe o serem jogados com um pequeno objecto esférico que era batido com um taco, desenhado de forma especial, para o projectar em linha recta e em determinada direção.

Sobre todas estas versões sobre a origem do golfe prevalece a teoria de que o golfe actual decorre de um processo evolutivo de um jogo praticado no gelo, denominado “Kolven”, que os holandeses trouxeram para a Escócia, no tempo do comércio das especiarias, entre os portos holandeses e os da costa leste da Escócia.

O considerar-se o golfe como um jogo escocês, resulta da enorme popularidade que este atingiu entre os habitantes da Escócia. Dois fatores contribuíram para o êxito do jogo, o muito tempo livre que as tripulações dos navios dispunham para o praticar – entre os desembarques e embarques das mercadorias – e as condições naturais dos terrenos arenosos do leste da Escócia, os conhecidos links escoceses. Estes terrenos não possuíam aptidões agrícolas e apresentavam vegetação rastejante onde, com facilidade, se faziam covas, e se introduziam as bolas – feitas com penas de ganso e enroladas com couro – batidas com tacos de madeira. O objectivo do jogo era conseguir introduzir a bola, em cada cova, com o menor número de tacadas. Os campos maiores tinham, regra geral, cinco buracos e 500 metros de comprimento.

A Escócia, possui aliás a mais antiga prova escrita da existência do Golfe, quando o Rei Jaime II, em 1457, decidiu proibir o jogo por considerar que este prejudicava o treino militar necessário à defesa do reino, contra os ingleses.

A proibição oficial só foi levantada em 1502, quando da assinatura do tratado de Glasgow, por Jaime IV (Jaime I da Inglaterra).

O Rei Carlos I, em Inglaterra e a Rainha Mary, da Escócia, fomentaram muito o jogo. A Rainha, que era francesa, introduziu o jogo na França, quando lá estudava.

O primeiro campo de golfe foi construído em Leith, perto de Glasgow. O Rei Carlos II jogava golfe naquele campo quando tomou conhecimento da rebelião na Irlanda em 1641.

O Clube tomou depois o nome de Honorable Company of Edinburg Golfers.

The Gentlemen Golfers of Leith, foi, em 1744 o primeiro clube de Golfe a ser constituído que então promovia uma competição anual em que era disputada uma Taça em prata.

A primeira referência que relaciona o golfe com St. Andrews surge em 1552.

Em 1754 a St. Andrews Society of Golfers é constituída e organiza a sua primeira competição oficial utilizando as regras de Leith.

O jogo veio então a popularizar-se a partir do século XVI embora muito limitado às classes mais ricas.

Em 1880, o golfe atravessou fronteira, vindo a instalar-se primeiro na Inglaterra, sendo introduzido depois na América e Canadá e mais tarde na Índia podendo dizer-se que, em 1860, era já um jogo conhecido em todo o mundo.

Os campos de golfe mantiveram a mesma estrutura básica até aos finais do séc. XVIII. A partir desta época surge um novo elemento – o greenkeeper – que tem como tarefa fundamental, garantir os bons estados do campo, efectuando, para tal, a manutenção adequada.

O mais célebre clube de golfe, o Royal and Ancient Golf Club of St. Andrews, e a United States Golf Association (USGA), são hoje as entidades reguladoras do golfe mundial, competindo-lhes a definição das regras do jogo, bem como as especificações técnicas do equipamento a utilizar por todos os jogadores, ao nível mundial.

O golfe foi difundido no continente Europeu, bem como, na América e na Ásia, pelos emigrantes escoceses e ingleses, que ao chegar aos deus destinos, procuravam criar um clube e obter um terreno para construir o seu campo de golfe.

Assim aconteceu em Portugal nos finais do séc. XIX. A colónia inglesa, que vivia no Porto, e se dedicava à produção e comércio do vinho do Porto, introduziu o golfe em Portugal ao criar, em 1890, em Espinho, o Oporto Niblicks Club. Em Lisboa, são os funcionários britânicos das companhias de telefones e dos transportes ferroviários que fundam, em 1922, o Lisbon Sports Club, hoje sediado em Belas (Carregueira).

Os primeiros 60 anos do golfe em Portugal estão historicamente ligados à vida destes dois clubes e de mais outros, fundados em 1934, os campos de Miramar e de Vidago.

Nas ilhas da Madeira e dos Açores (ilha de S. Miguel), surgem mais dois campos, respectivamente, em 1937 e 1939. O Santo da Serra Favellas Golf Club, mandado construir pela colónia britânica do Funchal e o Campo de Golfe Terra Nostra, cuja existência se deve a Vasco Bensaúde.

Em Abril de 2005, uma nova evidência veio relançar o debate sobre a origem do Golfe. Esta foi trazida pelo Prof. Ling Hongling da Universidade de Lanzhou que sugere que um jogo similar ao que se joga actualmente foi praticado na China desde a Dinastia Tang do Sul, 500 anos antes do Golfe ter sido mencionado na Escócia.

Registos de Dongxuan (Chinês: 東軒錄) da Dinastia Song (960-1279) descreve um jogo chamado chuíwán (捶丸) e também incluiam desenhos do jogo. Era jogado com 10 tacos incluindo um cuanbang, pubang, e shaobang, os quais são comparáveis para fazer um drive. Os tacos eram feitos de jade e ouro, sugerindo que o golfe era para ser jogado por pessoas abastadas. Os arquivos chineses incluem referências de um Oficial Tang que pede à sua filha para fazer buracos para servirem como alvo. Ling sugere também que o golfe foi exportado para Europa e então para a Escócia por viajantes mongóis no final da Idade Média.

Em resposta um porta-voz do Royal and Ancient Golf Club of St. Andrews disse “os jogos com sticks e bola podem ser encontrados muitos séculos antes, mas o golfe que nós conhecemos hoje com 18 buracos, teve origem na Escócia.”

O Jogo na sua forma moderna teve origem na Escócia: o primeiro e permanente campo de golfe teve a sua origem na Escócia, assim como o conceito de membro de um clube de golfe. As primeiras regras escritas também aí tiveram origem, entre as quais a que estabeleceu o campo com 18 buracos. Os primeiros torneios tiveram lugar em várias cidades escocesas. Passou de seguida para a Inglaterra e daí para o resto do mundo. O mais velho campo de golfe no mundo é o de The Old Links em Musselburgh Racecourse. Existem provas que foi jogado Golfe em Musselburgh Links em 1672.

A Evolução dos Campos de Golfe:

Os campos de gofe não tem que ter forçosamente sempre 18 buracos. O de St. Andrews ocupa uma estreita faixa de terra em Queen Mary of Scots ao longo do mar. No inicio do século XV, os golfistas em St Andrews jogavam através do terreno ondulado, para os buracos que estavam localizados conforme a topografia. O campo evoluiu para os 11 buracos do fim-para-o-fim ou seja do clubhouse até ao fim da propriedade e daí para a clubhouse num total de 22 buracos. Em 1764 muitos dos buracos ficavam demasiado perto uns dos outros. O número foi reduzido de 11 para 9, para que a volta completa ficasse em 18 buracos. Devido St. Andrews ter o estatuto de Capital do Golfe, todos os outros campos seguiram esta configuração que permanece como standart até hoje.

Desenvolvimento do Equipamento:

A evolução do golfe pode ser explicado pelo desenvolvimento do equipamento usado para jogar. Alguns dos mais notáveis avanços no jogo de golfe foi na bola utilizada. A bola de golfe tomou diferentes formas antes de 1930 quando a United States Golf Association (USGA) estabeleceu o padrão em relação ao tamanho e peso. Essas normas foram mais tarde seguidas pela regulamentação da USGA que defendiam que a velocidade inicial de qualquer bola de golfe não podia exceder os 250 pés por segundo. Desde essa altura, a bola tem continuado a ser desenvolvida.

Outro factor notável na evolução do Golfe tem sido o desenvolvimento de tacos de Golfe. Os primeiros tacos eram feitos de madeira que geralmente existia na área. Com o passar dos anos, Hickory desenvolveu um taco de madeira standard. A bola de golfe desenvolveu-se e tornou-se mais durável com a introdução do “gutty” por volta de 1850, a cabeça do taco também evoluiu para uma variedade de cabeças de aço. A introdução do aço começou no final dos anos de 1890 mas a sua adopção pelas entidades que regulamentavam o jogo foi lenta. No inicio dos anos de 1970, a tecnologia da haste do taco começou a mudar com a utilização do grafite devido às características em relação ao seu peso e força. O primeiro taco em metal foi desenvolvido no inicio dos anos de 1980 tendo nos anos seguintes substituído a madeira na construção de tacos.

Museus:

A História do Golfe está preservada e representada em muitos dos museus sobre golfe à volta do mundo, o mais famoso é o British Golf Museum na cidade de St. Andrews em Fife na Escócia, o qual é a casa do Royal and Ancient Golf Club of St Andrews.

Existem também o United States Golf Association Museum e o Arnold Palmer Center for Golf History, localizado com a sede em Far Hills, New Jersey.

http://www.drivingrangeweb.com/noticias_seccao_02_sel.asp?id=1

Aulas de Golfe no Campo – Jogue e receba dicas de um Profissional

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Estas aulas são destinadas para quem conta já com alguma experiência no golfe e queira iniciar-se ou aperfeiçoar o jogo no campo. Estas aulas tem como objectivo a consolidação dos conhecimentos técnicos, regras de jogo e normas de etiqueta utilizados no campo de golfe.

 Resumo do programa:

  • Aperfeiçoamento do jogo curto, médio e comprido;
  • Estratégia de jogo;
  • Revisão de regras e normas de etiqueta;
  • Como analisar o próprio jogo através de estatística;
  • Como calcular a pontuação Stableford Net e Gross.

Preços:

Aula individual de campo (18 buracos)

60 euros (Aldeia dos Capuchos) ou 70 euros (Santo Estêvão Golfe)

Aula individual de campo (9 buracos)

45 euros (Aldeia dos Capuchos) ou 50 euros (Santo Estêvão Golfe)

Acompanhamento Multidisciplinar para Golfistas de Alta Competição

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Programa Competitivo:Este tipo de programa é destinado aos jogadores que já competem e que querem melhorar os seus resultados.
Resumo do programa:

  • Análise e correcção do “swing”;
  • Implementação de programa de treino;
  • Estratégia de jogo;
  • Como analisar o próprio jogo através de estatística;
  • Ensino de técnicas especiais de “full-swing” (Fade, Draw, shot alto e baixo, …);
  • Ensino de técnicas especiais de bunker e de jogo curto (bola enterrada, lob shot, …);
  • Avaliação física específica para o golfe e implementação de um plano de preparação física no golfe;
  • Warm-up e Cool-down para o golfe;
  • Psicologia e estratégias de concentração para o golfe;
  • Aconselhamento sobre nutrição pré e pós competitiva;


Treinador: Carlos Louro Guerreiro
– Curso de Treinador de Golfe Adaptado da Real Federación Española de Golf tendo como formador o expert Peter Longo
– Profissional de Golfe – Sócio da PGA Portugal Nº 217 
– Curso de Treinador de Golfe da Federação Portuguesa de Golfe em parceria com a FMH
– Licenciado em Fisioterapia pela Escola Superior de Saúde Egas Moniz;

PREÇOS:
Aula individual avulso (1 hora)                          30 euros
Pack 10 aulas individuais (10 horas)                250 euros
Aulas em Grupo
Aula avulso 2 pessoas (1 hora)                             40 euros
Aula avulso 3 pessoas (1 hora)                             50 euros
Outros preços sob consulta

Horários:
2ªs a 6ªs feiras a partir das 16h00
Sábados e Domingos a partir das 8h00

Locais: Clube de Golfe da Belavista, Golfe do Jamor (Estádio Nacional), Aldeia dos Capuchos (só aulas de campo) e Santo Estêvão Golfe.

III Edição Lisboa Physio Golf Cup

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3ª Edição Lisboa Physio Golf Cup – 2011

Realizou-se no dia 21 de Maio de 2011 a terceira edição do Lisboa Physio Golf Cup, um torneio anual realizado na Aldeia dos Capuchos e organizado pela Lisboa Physio.

O torneio foi em formato de shot-gun com início às 9h00 horas, sendo a modalidade escolhida pela organização stroke-play das marcas brancas de forma a proporcionar uma enorme competição entre os participantes.

Com um dia fantástico para a prática de golfe, com pouco vento e temperaturas a rondarem os 20º, os jogadores mantiveram a boa disposição e a competitividade.

De salientar que o Clube de Golfe da Aldeia dos Capuchos apresentou o campo de forma excelente, que foi apreciado por todos os participantes.

Tendo todos os participantes terminado as duas voltas ao campo (9+9), o vencedor foi Carlos Alberto Guerreiro que cumpriu o par do campo (58 pancadas), apesar de ter estado com 2 pancadas abaixo do par quando só faltavam 4 buracos. Assim, o vencedor deixou o segundo classificado António Figueiredo a 7 pancadas (65 pancadas), ganhando o desempate pelo handicap mais alto para o terceiro classificado Bento Louro (vencedor do torneio em 2010).

Na categoria Net, bastante renhida, com quatro jogadores com 54 pancadas Net, o critério de desempate pelo handicap mais baixo, deu a vitória a Carlos Alberto Guerreiro, seguido de António Figueiredo, Manuel Calçada e Virgílio Borges.

Quanto à categoria de Golfe Adaptado, o vencedor foi André Caldeira, jogador da Selecção Nacional de Golfe para Surdos, com 91 pancadas, ganhando ao segundo classificado Rui Lourenço, jogador bi-amputado dos membros inferiores, que fez o seu primeiro torneio.   

Houve ainda 7 prémios Nearest to the Pin, o que proporcionou ainda mais emoção no decorrer do jogo.

Este torneio teve o apoio da agência de viagens Vencituris, da Pinalta, da Miaki Card, drivingrangeweb, e claro, do Clube de Golfe da Aldeia dos Capuchos.

Carlos Alberto Guerreiro – Vencedor Gross

 

António Figueiredo – 2º Classificado Gross

 

André Caldeira – Vencedor Categoria de Golfe Adaptado

 

Rui Lourenço – 2º Classificado na Categoria de Golfe Adaptado

Mais fotografias em: https://picasaweb.google.com/103366159665338037665/IIILisboaPhysioGolfCup?authkey=Gv1sRgCNSmmKDesNj3SA&feat=directlink